terça-feira, 13 de julho de 2010
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
frentes de trabalho na periferia
os governos federal, estadual e municipal deveriam abrir frentes de trabalho na periferia de Belém
Cadastrar todos os desempregados das áreas mais violentas e oferecer um salário por mês para capinarem, limpar vala, espalhar aterro, fazer serviços de faxina em creches, escolas e postos de saúde. Durante, pelo menos, 12 meses.
Cadastrar todos os desempregados das áreas mais violentas e oferecer um salário por mês para capinarem, limpar vala, espalhar aterro, fazer serviços de faxina em creches, escolas e postos de saúde. Durante, pelo menos, 12 meses.
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Presença Viva?????
Valéria está promentendo estar presente em todos os lugares da cidade ao mesmo tempo
Cuidando de todas as pessoas. Será uma entidade??? Uma pomba-gira??? Ou uma espécie de Bolsa-Barbie????
Cuidando de todas as pessoas. Será uma entidade??? Uma pomba-gira??? Ou uma espécie de Bolsa-Barbie????
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
visitantes de desconhecidos
a campanha esta' trazendo visitantes desconhecidos para os bairros da periferia. O engracado e' que eles chegam fazendo ar de suburbanos, de amigos dos pobres, milagreiros e fadas. Tem candidata que ser for deixada sozinha num bairro nao vai saber como voltar pra Doca. Tem ate' a polemica do frasco usado depois que abracam o povao, uns dizem que e' creme hidratante pra as maos outros dizem que e' alcool gel. A verdade e' que a galera sabe quem e' do setor e quem esta' fazendo uma visitinha eleitoreira
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
O EMBATE ANUNCIADO
Pelo que retratam as pesquisas sobre a eleicao em Belem, a unica candidatura que apresenta condicoes de polemizar com o Dudu e' a da Valeria. Mantido isso, anuncia-se o confronto entre a Mansao e o Povao. A aristocracia tucana tentando voltar ao poder no Para' travestida de Valeria contra uma lideranca independente.
domingo, 10 de agosto de 2008
Terceirona
temos condicoes de sair da terceira ou nossa sina e' ficar lutando pra nao cair pra quarta divisao do futebol nacional?
sábado, 9 de agosto de 2008
Lula nao quer Priante
O Priante espalha fotos dele ao lado do Presidente Lula, mas o Presidente do povo nao deve saber disso. Desde que perdeu a eleicao para o governo do Para', o Priante tenta um cargo no governo federal, ja' tentou de tudo, mas sempre foi vetado pelo Presidente, por causa da sua ficha de enrequecimento. Se o PT que hoje tolera todo tipo de maracutaia nao quer saber do Priante, imagina o que essa crianca ja' andou aprontando...
segunda-feira, 17 de março de 2008
papai sabe tudo
Lendo as análises sobre as eleições municipais em Belém 2008,
feitas por blogueiros como o Barata. O povo chega a conclusão que ninguém presta
e quem deveria assumir a Prefeitura eram estes blogueiros donos da verdade, da justiça e da sabedoria. Seria bom ver essas loucas tendo que resolver bronca toda hora com um orçamento apertado.
feitas por blogueiros como o Barata. O povo chega a conclusão que ninguém presta
e quem deveria assumir a Prefeitura eram estes blogueiros donos da verdade, da justiça e da sabedoria. Seria bom ver essas loucas tendo que resolver bronca toda hora com um orçamento apertado.
sexta-feira, 23 de novembro de 2007
Terras de marinha: Belém vai à guerra
O título faz parecer que começou outra Cabanagem, quando em 1834 os belenenses expulsaram as forças portuguesas e as autoridades designadas pelo Império do Brasil, àquela época já como governo da terra brasilis.
Naquele ano, os belenenses lutaram para ter as mesmas prerrogativas dos portugueses que aqui moravam e aqui vinham com missão de dirigir os destinos da Província do Grão-Pará. Agora, os belenenses lutam para livrar-se de impostos e taxas que o governo federal lhes impõe sobre as chamadas 'terras de marinha' e, principalmente, aquelas que se situam na margem do rio Guamá.
Unidas durante o anúncio do Projeto Orla, a Gerência Regional do Patrimônio da União e a Prefeitura de Belém entraram em rota beligerante e o choque parece ser frontal, direto, deveras esmagador e aparentemente sem fim.
Os motivos da perlenga são as terras banhadas por veios de água, definidas como aquelas que se encontram até 33 metros para o seco, para dentro das terras, partindo da linha de água da maré máxima de 1831. Como Belém tem 70% do seu território banhado pelas águas da baía do Guajará e pelo rio Guamá, que sofrem influência das marés, então toda a orla em contato com esses dois caudais está enquadrada como 'terras de marinha'.
Vai daí que um perímetro de mais de 35 quilômetros ao longo dessas margens, desde Icoaraci até a Ceasa, deveriam ser administrados pelo governo federal e todos ali instalados, quer sejam indústrias ou famílias, deveriam pagar o imposto de uso dos terrenos, que a federação teima em denominar taxa.
Ao que tudo indica, a Prefeitura de Belém imaginava que encontraria muitos empecilhos de ordem legal com relação às ocupações da orla do rio Guamá, e logo chamou para o seu lado a Gerência Regional do Patrimônio da União para somar forças ao necessitar desalojar os ocupantes que, porventura, resolvessem obstruir a obra.
Porém, nessa primeira etapa, o projeto não necessita dessa medida truculenta, porquanto a obra passa ao largo, deixando todos os ribeirinhos com a frente para a pista. Mas a ganância arrecadatória da União não parou de crescer nesses últimos dez anos, e várias famílias já estão enfrentando processos de cobrança com a conseqüente perda da posse dos imóveis, por conta de ações na Justiça.
Naquela área, a prefeitura também cobra o IPTU por conta das benfeitorias por ela executadas, tais como pavimentação, drenagem e iluminação, de forma legal e que pouco ou muito reverte para o benefício dos moradores. O mesmo não se pode dizer das taxas cobradas pela União nas terras de marinha, porquanto os valores arrecadados são enviados para os cofres fartos do poder central e de lá não retornam absolutamente nada em benefício daqueles moradores.
Essa bitributação é revoltante e exaure o bolso dos mais pobres ou os deixa em condições de devedores eternos, em estado de escravatura subliminar, morando em situação de perigo permanente, sem que ninguém venha em seu socorro. Quem conhece aquela área sabe das mazelas escorchantes, humilhantes, escrachantes e periclitantes em que se encontram milhares de pessoas, não distinguindo crianças de adultos o inóspito meio ambiente.
Baldados foram os esforços para que a União abdicasse da sua pretensa autorização para a cobrança das taxas. Em todas as tentativas, a GRPU sugere pelo menos a divisão da arrecadação, com o que não concorda a municipalidade, aparentemente com toda a razão.
Apoiada por ação enérgica da Câmara Municipal e da Assembléia Legislativa, a prefeitura interrompe as negociações amistosas para tentar resolver o impasse e parte para uma luta nos tribunais apropriados da Justiça.
O embate se prenuncia longo, por escaramuças, por leva e traz, tantas são as interpretações das leis que regem o assunto. É uma verdadeira guerra para que, ao fim e ao cabo, o vencedor fique com o butim maltrapilho daquela população destroçada por tantos sofrimentos e abandonos a que cada vez mais vêm, o governo e o tempo, malbaratar suas expectativas de vida mais humana. Principalmente da União.
MUito bom este artigo do Nagib Charone Filho
Naquele ano, os belenenses lutaram para ter as mesmas prerrogativas dos portugueses que aqui moravam e aqui vinham com missão de dirigir os destinos da Província do Grão-Pará. Agora, os belenenses lutam para livrar-se de impostos e taxas que o governo federal lhes impõe sobre as chamadas 'terras de marinha' e, principalmente, aquelas que se situam na margem do rio Guamá.
Unidas durante o anúncio do Projeto Orla, a Gerência Regional do Patrimônio da União e a Prefeitura de Belém entraram em rota beligerante e o choque parece ser frontal, direto, deveras esmagador e aparentemente sem fim.
Os motivos da perlenga são as terras banhadas por veios de água, definidas como aquelas que se encontram até 33 metros para o seco, para dentro das terras, partindo da linha de água da maré máxima de 1831. Como Belém tem 70% do seu território banhado pelas águas da baía do Guajará e pelo rio Guamá, que sofrem influência das marés, então toda a orla em contato com esses dois caudais está enquadrada como 'terras de marinha'.
Vai daí que um perímetro de mais de 35 quilômetros ao longo dessas margens, desde Icoaraci até a Ceasa, deveriam ser administrados pelo governo federal e todos ali instalados, quer sejam indústrias ou famílias, deveriam pagar o imposto de uso dos terrenos, que a federação teima em denominar taxa.
Ao que tudo indica, a Prefeitura de Belém imaginava que encontraria muitos empecilhos de ordem legal com relação às ocupações da orla do rio Guamá, e logo chamou para o seu lado a Gerência Regional do Patrimônio da União para somar forças ao necessitar desalojar os ocupantes que, porventura, resolvessem obstruir a obra.
Porém, nessa primeira etapa, o projeto não necessita dessa medida truculenta, porquanto a obra passa ao largo, deixando todos os ribeirinhos com a frente para a pista. Mas a ganância arrecadatória da União não parou de crescer nesses últimos dez anos, e várias famílias já estão enfrentando processos de cobrança com a conseqüente perda da posse dos imóveis, por conta de ações na Justiça.
Naquela área, a prefeitura também cobra o IPTU por conta das benfeitorias por ela executadas, tais como pavimentação, drenagem e iluminação, de forma legal e que pouco ou muito reverte para o benefício dos moradores. O mesmo não se pode dizer das taxas cobradas pela União nas terras de marinha, porquanto os valores arrecadados são enviados para os cofres fartos do poder central e de lá não retornam absolutamente nada em benefício daqueles moradores.
Essa bitributação é revoltante e exaure o bolso dos mais pobres ou os deixa em condições de devedores eternos, em estado de escravatura subliminar, morando em situação de perigo permanente, sem que ninguém venha em seu socorro. Quem conhece aquela área sabe das mazelas escorchantes, humilhantes, escrachantes e periclitantes em que se encontram milhares de pessoas, não distinguindo crianças de adultos o inóspito meio ambiente.
Baldados foram os esforços para que a União abdicasse da sua pretensa autorização para a cobrança das taxas. Em todas as tentativas, a GRPU sugere pelo menos a divisão da arrecadação, com o que não concorda a municipalidade, aparentemente com toda a razão.
Apoiada por ação enérgica da Câmara Municipal e da Assembléia Legislativa, a prefeitura interrompe as negociações amistosas para tentar resolver o impasse e parte para uma luta nos tribunais apropriados da Justiça.
O embate se prenuncia longo, por escaramuças, por leva e traz, tantas são as interpretações das leis que regem o assunto. É uma verdadeira guerra para que, ao fim e ao cabo, o vencedor fique com o butim maltrapilho daquela população destroçada por tantos sofrimentos e abandonos a que cada vez mais vêm, o governo e o tempo, malbaratar suas expectativas de vida mais humana. Principalmente da União.
MUito bom este artigo do Nagib Charone Filho
quinta-feira, 4 de outubro de 2007
SUB PREFEITURAS
O povão deveria criar umas sub-prefeituras para agradar todos os candidatos a prefeito de Belém. A Valéria ficaria com a sub-prefeitura da Doca, despachando do Atalanta. O Edmilson ficaria como sub-prefeito da UFPA, despachando do Vadião. O Zeca Pirão como sub-prefeito da câmara municipal, despachando do próprio gabinete da presidência do legislativo para não correr o risco de perder de novo a caderia para a justiça. O Priante ficaria como sub-prefeito da Almirante Barroso, despachando lá da RBA ou da SUDAM. O Dudu ficaria como sub-prefeito da Estrada Nova, Jurunas, Cremação, Arsenal, Cidade Velha, Batista Campos e Guamá, despachando lá no Portal da Amazônia para obra não parar. O Jordy ficaria como sub-prefeito da Braz/Benjamim, despachando lá do Cosanostra com os intelectuais de esquerda. O Mário Cardoso seria sub-prefeito de uma universidade a escolha dele, despachando de um boteco em frente ao campus. E o Paulo Chaves como sub-prefeito do Hangar, despachando da calçada, porque o PT não deixa ele mandar em mais nada lá.
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