sábado, 16 de outubro de 2010

ajusta a máquina Ana Júlia


Para o povão da periferia não tem saída, ou Ana Júlia vai pra TV e pro Rádio reconhecer que o governo dela teve problemas, que o buraco era maior que o PT imaginava, ou não ganha do Jatene. A galera que toma gelada no balde é papuda, mas tem umas idéias boas. Eles acham que a Ana tem que mostrar que é gente como eles, que reconhece que falhou e que vai ajustar a máquina, corrigir rumos, apertar umas peças que estavam frouxas e trazer uns reforços para melhorar os pontos fracos. Todo mundo sabe que não se faz nada do dia pra noite e que, mesmo cheio de boa vontade, de amor como a Ana Júlia é, pode-se errar! Enquanto come uma buchada no quintal, a turma fica dando idéia, Ouve Ana!!!!

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Almir chama Jatene de Preguiçoso



"O Jatene é preguiçoso e tem que ir para casa dele dormir"- Almir Gabriel sobre Jatene

Almir bloqueia Jatene no seu msn





Todo mundo já teve um amigo que por um tempo era seu melhor amigo, porém por conta de um fato um dos amigos trai o outro.

Pois foi assim com os amigos Almir Gabriel e o candidato Simão Jatene,

Almir Gabriel se mordeu com seu melhor amigo (de Orkut) Simão Jatene e o excluiu das suas relações de amizades.


Jatene só conseguiu o seu mandato por ter ajuda de seu miguxo Almir Gabriel que usou a maquina pública (dinheiro do governo) para financiar sua campanha.


Agora Almir não mais irá add Jatene no seu Orkut e bloqueá-lo no msn

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Que legenda você daria pra essa foto?

O Deputado estadual Asdrubal Bentes anunciou o seu apoio ao candidato Simão Jatene.
agora olha essa foto dele, qual legenda você daria pra essa cara do Adrubal abraçando o amarelão?


eu vou começar depois vocês continuam nos comentários.

- Ihhh!! Agora ferrou

- hanhan! tá eu apoio, mas num me toca

Sobrinho de Jatene fatura 1 milhão alugando um prédio seu para o governo.




É o mesmo dono e um prédio só” - disse um escrivão, de nome Antonio.

Eduardo Salles é sobrinho do candidato a eleição do governo do Estado do Pará Simão Jatene. Eduardo tinha três prédios em Castanhal, município do Pará próximo a Belém, os prédios ficavam um ao lado do outro e cada um era um estabelecimento diferente.
Em 2002 o sobrinho de Simão Jatene alugou os seus prédios para o governo.
Eduardo uniu os três prédios em um só e alugou ao governo para ser a sede da superintendência da policia civil em castanhal. No total foi pago meio milhão pelo aluguel do prédio.
Contudo os prédios não constam como um só prédio e sim como três, para piorar a situação um dos três prédios foi vendido a uma empresa de ferro com o contrato de aluguel ainda em andamento por um valor de 70 mil reais, ou seja o ele vendeu um prédio alugado pelo governo com o governo usando o prédio e por um valor menor do que o governou pagou pra alugar.
Espertinho não?
Estão dizendo que Jatene é melhor opção que o governo Ana Julia por que ela não fez nada, porém o povo não sabe das falcatruas que o governador aprontou e que o povo não sabe.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

onda vermelha




Depois de um primeiro turno meio morno, a militância de esquerda na periferia começa a mostrar a cara e algo mais. A moçada está vendo que se descuidar o passado volta. É hora de lutar com todas as armas por Ana Júlia e Dilma. O Poder popular corre perigo. A burguesia bunda mole amarela quer arrepiar os avanços dos trabalhadores!

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Chope no bico

Saiu no Isto É Independente


Cervejaria doa milhões na campanha do Pará e governador tucano retribui perdoando dívidas e reduzindo ICMS em 95%
Luiz Cláudio Cunha e Mino Pedrosa Colaboraram: Sônia Filgueiras e Weiller Diniz

Vai entrar água no chope do governador do Pará, Simão Jatene (PSDB). Uma blitz em agosto passado sobre irregularidades trabalhistas na fábrica em Belém da Cervejaria Paraense S/A – Cerpasa, fabricante da cerveja Cerpa, acabou derramando provas de um caixa 2 clandestino no qual bebeu a campanha eleitoral do candidato tucano. Engarrafada pelo Ministério Público do Pará, a denúncia desceu redonda na mesa do procurador-geral da República em Brasília, Cláudio Fontelles, no dia 27 de outubro, e deve colocar Jatene numa situação política estupidamente gelada: denunciado agora por financiamento ilegal, o governador pode ser cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral, onde já flui uma encorpada denúncia do PDT de uso da máquina do governo tucano de Almir Gabriel na campanha de 2002 que elegeu Jatene seu sucessor.

Quando o fiscal do Ministério Público do Trabalho, acompanhado de um procurador e dois delegados da Polícia Federal, chegou à sede da Cerpa, às margens da baía do Guajará, na manhã de 12 de agosto, pegou uma funcionária do departamento pessoal com a boca na botija: Ana Lúcia Santos separava os envelopes e contava R$ 300 mil em notas miúdas com que fazia o pagamento “por fora” dos funcionários, sem registro em carteira. Uma tonelada de documentos e quatro computadores apreendidos acabaram fazendo mais espuma do que se esperava: além da fraude trabalhista, os agentes recolheram relatórios explícitos da troca de favores entre a empresa e Jatene, com datas e valores revelados com a franqueza que só se vê e ouve em mesa de botequim. Num texto trôpego, o burocrata da Cerpa descreve a decisão de agosto de 2002, em plena campanha eleitoral: “Ajuda a campanha do Simão Jatene p/Governo, reunião feita com Dr. Sérgio Leão, Dr. Jorge, Sr. Seibel, a partir de 30/08/02 (toda Sexta-feira), R$ 500.000, totalizando seis parcelas no final.”

Maracutaia – Seibel é o alemão Konrad Karl Seibel, fundador e dono da Cerpa. Leão é Francisco Sérgio Leão, hoje o poderoso secretário especial de Governo, uma espécie de José Dirceu local, que na época presidia a comissão estadual que avaliava a política de incentivos. E a Cerpa tomou um porre de incentivos. Em 2000, no governo Almir Gabriel, ganhou de presente o perdão da dívida de quase R$ 47 milhões de ICMS atrasado e uma dezena de autuações por fraude e sonegação. Uma caixa com 24 garrafas de cerveja, com valor de R$ 21, viajava com nota fiscal de R$ 3, segundo apuraram os promotores.

Em contrapartida ao perdão, acusa a representação do INSS enviada ao procurador-chefe do Ministério Público do Pará, Ubiratan Cazeta, a Cerpa prometia contribuir com R$ 4 milhões para a campanha de Jatene, “além de se comprometer a efetuar outros pagamentos no montante de R$ 12,5 milhões”. Os primeiros R$ 3 milhões foram pagos em seis parcelas de R$ 500 mil – a última exatamente no dia da eleição, 3 de outubro. O troco de R$ 1 milhão foi pago 21 dias depois. O reforço de R$ 12,5 milhões, conforme os livros de contabilidade apreendidos na blitz, foi pago em módicas prestações diluídas durante do final do mandato de Gabriel e nos dois primeiros anos do governo do sucessor, em 2003 e 2004. A cota final de R$ 6 milhões foi parcelada em dez vezes – a última delas programada para agosto passado.

Nenhum pagamento é contabilizado como doação de campanha. Nas fichas de lançamento da Cerpa, processadas pelo assessor da diretoria Pedro Valdo Saldanha Souza, a caixinha de Jatene é camuflada como “despesa de mesas e cadeiras para postos de venda” ou “compra de brindes de fim de ano”. Na maracutaia sobrou até para a santa: no final de agosto, poucas semanas antes das eleições, a Cerpa repassou R$ 202.050 para a campanha tucana, disfarçados de “patrocínio das festividades do Círio de Nazaré”, a maior festa católica da Amazônia. As ligações nada religiosas da Cerpa com Jatene se estreitaram com a vitória apertada do PMDB (51%) sobre o PT (48%). Nove meses depois da posse, Jatene assinou três decretos num único dia, 29 de setembro de 2003, concedendo à Cerpa um desconto de 95% no ICMS devido ao Estado e prorrogando seus benefícios fiscais por mais 12 anos, ao lado de outras 37 empresas. Os favores levaram a deputada estadual Araceli Lemos (PT) a entrar com ação popular na Justiça de Belém contra o governo do Estado por favorecimento ilícito à Cerpa. O caixinha da cervejaria é tão constrangedor para Jatene que ele nem é citado em sua prestação de contas oficial junto ao TSE. Existem apenas três doadores declarados por Jatene: o próprio PSDB, com R$ 2,5 milhões, e duas empresa pequenas, que doaram irrisórios R$ 32 mil. A Cerpa, que pelos documentos apreendidos doou um total de R$ 16,5 milhões, antes e depois da campanha, não foi sequer citada por Jatene. Nos gastos de campanha, o governador foi igualmente lacônico: cita 152 fornecedores, mas identifica apenas cinco com nome e CNPJ, como manda a lei eleitoral.

Disfarce – O INSS e o Ministério Público descobriram nos arquivos apreendidos que a burocracia da Cerpa é uma barrica de irregularidades. As despesas normais são transcritas em recibos com motivos diversos. Um cheque do Bradesco no valor de R$ 9,5 mil foi pago a uma empresa de projetos, a Prestec, supostamente para “reformas no prédio administrativo”. Na verdade, pagou as grades e a pintura na casa do comandante do Centro de Instrução Almirante Braz de Aguiar (Ciaba), em comprovante passado em documento da Marinha do Brasil. Um recibo de R$ 1 mil, dado por “doações e contribuições”, descreve surpreendentemente o que está escrito: corresponde a uma “doação mensal” que a Cerpa faz regularmente ao deputado estadual e radialista Luis Eduardo Anaice (PMDB), pupilo de Jader Barbalho e astro do programa policial Barra Pesada. O deputado ganha o mimo e ainda dá recibo: “Desde já agradeço”, assina seu chefe de gabinete, Fernando França.

O dono da cervejaria, Karl Konrad Seibel, pode cair numa serpentina de confusões ainda maiores. Ele e sua mulher, Jutta, aparecem no banco de dados do MTB Bank movimentando US$ 3,7 milhões em quatro operações nos dias 7, 13, 24 e 28 de maio de 2002, três meses antes do primeiro pagamento à caixinha de Jatene. Seibel sacou o dinheiro de sua conta no Credit Suisse First Boston, nas cidades suíças de Interlaken e Zurique, e repassou os dólares para a conta da Agata International Holding, uma offshore baseada no paraíso fiscal de Tortola, capital das Ilhas Virgens Britânicas. A trajetória, segundo o Ministério Público, indica repatriação clandestina de dinheiro. A holding, que lavou cerca de US$ 5 bilhões em 12.670 operações suspeitas, é controlada pelos doleiros Ellie Frederick, João Paulo Karmann e Vicente Paulo Gragnano, radicados em São Paulo. Estes novos dados da cervejaria já circulam pelo Ministério Público e pela CPI do Banestado, ameaçando entortar ainda mais a cambaleante situação política do governador Simão Jatene.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

flexa nas costas do povão



Flexa Ribeiro é um típico representante da elite mais atasada do nosso capitalismo selvagem. Empresário da linha mais antiga, empreiteiro guloso por dinheiro e com nada de sensiblidade social. Na TV tentam mostrar como amigo de pobre, com um burguesão que tem pena dos coitados da periferia. Colocar um homem desse no Senado é um retrocesso aos avanços sociais e humanos do Brasil recente.
Flexa Ribeiro tem todo direito de se eleger. Ele representa um segmento forte da sociedade. É a mentalidade tacanha, de manutenção de tudo como está. O que não pode é querer passar por amigo dos pobres, dos excluídos, isso é estelionato. Flexa é do pior tipo de empresariado, é a classe dominante mais truculenta. Além do mais, está todo enrolado com processos por corrupção e negócios ilegais.

sábado, 4 de setembro de 2010

Ana Júlia é o novo.

É tempo de refazer conceitos. E isso é bem mais que frase de efeito da propaganda de carro. O que ontem era verdade absoluta, hoje já não é bem assim.
O que ontem era símbolo de progresso, hoje é poluição, aquecimento de clima. O que antes era riqueza hoje é injustiça. O que até bem pouco tempo era moderno, hoje é antigo, ambientalmente perigoso e socialmente perverso.
O mundo está mais que mudando. O mundo está repensando. Revendo certas verdades “inquestionáveis”, as vezes até voltando atrás pra recomeçar melhor.
Mas como toda transformação isso não é simples, não é facilmente entendido, é trabalhoso e ainda que seja para o bem de todos, demora para a maioria aceitar e se envolver.
Nos governos e na política isso é muito forte e presente. O Brasil mostra ao mundo um jeito nosso e novo de repensar a idéia de desenvolvimento. Ninguém discorda que é preciso gerar riquezas, aumentar a produção e a produtividade, mas estamos provando que dá pra fazer isso ao mesmo tempo em que se busca o equilíbrio social, a redução das desigualdades entre as classes e entre as regiões do país.
No Pará, uma geração que sonhou com o mundo melhor nos anos 60, que foi pra rua nos anos 70, que entendeu que a vida pode ser diferente, que pode existir uma outra felicidade e que um outro mundo é possível, chegou ao poder. Chegar ao poder tem seu lado de festa e esperança, mas tem também tem o choque com a realidade, com os impactos, com as limitações de verbas, de leis, das rasteiras e malvadezas dos adversários.
Mas é preciso ser firme com tudo isso e não perder essa ternura jamais. O Governo Ana Júlia é uma experiência valiosa para o povo do Pará. Um caminho diferente de tudo o que vinha sendo feito até agora. Um governo que quer fazer obras e grandes construções, mas quer incluir as pessoas nesse progresso. a muito esquecida de qualquer olhar institucional. Uma administração de interesses, de conflitos, mas que não pode abrir mão do compromisso com a liberdade, com a justiça, com o idealismo e a certeza de que a transformação não pode ser adiada.
Manter este governo, ajudá-lo a corrigir rotas, a reparar seus erros e suas ingenuidades é tarefa de toda a sociedade organizada. Missão das pessoas que sabem que sem harmonias sociais não heverá muros, grades, nem carros blindados que nos protegerão dos embates e da violência. Defender e fortalecer o governo Ana Júlia é tarefa dos velhos que querem deixar um mundo melhor para seus filhos e netos. É missão dos adultos sensíveis ao novo mundo que estamos desenhando. É bandeira dos jovens sonhadores, dos quem tem a utopia no coração e não querem se desistir. Muito contrário, é preciso prosseguir.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Jatene e PSDB sem moral

Ninguém que tenha ficado 12 controlando todo o poder de um estado tem autoridade para criticar hoje os seus graves problemas como violência e falta de saúde, nem para dizer que voltando ao poder dará soluções para tudo.
12 é uma vida. É tempo para fazer mudanças básicas, estruturais ou, como no caso do PSDB, fazer os problemas se agravarem por causa da inércia e do descaso.
Quando foi poder supremo no Pará, o PSDB teve ainda por bom tempo o apoio de um Presidente da República do seu partido, o Sr. Fernando Henrique Cardoso. Em mais de uma década é tempo para fazer mudanças fundamentais em questões decisivas para melhorar a vida das pessoas. 12 anos daria para ter colocado em prática um projeto para melhorar a educação já no começo no século 21. Daria para ter mudado o rumo das riquezas minerais paraenses e fazer com que estes tesouros fossem beneficiados aqui, gerando empregos, renda e desenvolvimento humano aqui no Pará.
12 anos foi tempo para pensar o Pará e fazer acontecer uma outra realidade mais feliz. Daria para ter combatido o problema de terras, que causa tantos conflitos e entraves ao setor produtivo e aos trabalhadores rurais. Almir Gabriel, Jatene e o grupo de poder do PSDB tiveram tempo e muitos votos de confiança da população para mudar o drama da falta de saneamento, para melhorar o transporte, para dar ao estado um projeto de desenvolvimento, gerando oportunidades de acesso a tecnologia, a ciência, ao conhecimento, para que o povo daqui pudesse se integrar ao crescimento do Brasil e do mundo e não ficar como mera mão de obra barata para servir de faxineiro na casa dos que vem de fora trabalhar nas empresas que se instalam aqui.
12 anos não são 12 meses. Muita bomba que explode hoje foi armada nesta mais de uma década. Muita coisa foi jogada pra baixo do tapete. Muitas ações foram adiadas ou esquecidas. Muitas escolhas de prioridades foram feitas e hoje se mostram que foram opções erradas. Muita imagem irreal foi criada para passar uma idéia de eficiência, de competência, mas que na verdade o tempo mostrou que os interesses eram outros e nunca o de transformar o Pará, de diminuir desigualdades socais e regionais. O Pará ficou parado ou girando em torno de projetos pessoais, conflitos de vaidade e bossalidade.
Uma das maiores provas de que a coisa era mais pessoal do que social, é rejeição de Almir Gabriel por Jatene. Se Almir, que foi o grande pensador deste projeto de poder do PSDB para se eternizar no comando do Pará, se este Almir não quer Jatene, não acredita nele, se prefere apoiar um arranjo de Jader Barbalho, com que autoridade este grupo vai se apresentar para criticar o que está acontecendo e dizer que pode fazer melhor? O crescimento proposto pelo PSDB o povo já conhece bem, foram 12 anos de convivência e ficou claro que este rumo foi rejeitado.